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7 out 1953
Jabuticabas
Rubem Braga
Correio da Manhã
Começa outubro; ainda há muitas nêsperas e ameixas amarelas, mas já na feira surgem as boas jabuticabas, de violáceo negrume e alva polpa de excitante sabor. Entrementes foi sancionado o projeto criando a “Petrobrás”. Podia ser melhor,...
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1 nov 1953
A chuva
Rubem Braga
Correio da Manhã
Essa chuva longa e farta, com esse vento frio, parece que une mais todas as coisas. Na rua as árvores e as casas estão todas molhadas e fazem uma só massa de coisas no ar cinza e escuro. O gato, o cachorro, a mulher, o menino, o homem, todos são...
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11 abr 1953
Praia
Rubem Braga
Correio da Manhã
Depois da aventura do hotel Avenida, em que me vi mudado no lavrador Anacleto, passei a funcionar com o meu próprio nome e pessoa, e creio que nada teria acontecido se ontem pela manhã não me desse na cabeça ir à praia, depois de uma longa...
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17 mar 1953
O morro
Rubem Braga
Correio da Manhã
Olho, na tardinha quase fria de céu leitoso, o morro de Santo Antônio. Não para o lado da Polícia Especial, árido lugar de homens façanhudos que às vezes se divertem em atirar nos pombos. Vejo o barranco verde que fica acima da linha do...
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21 mai 1953
Bichos
Rubem Braga
Correio da Manhã
As onças pintadas estão bem: saíram das horríveis jaulas em que viviam entediadas e agora passeiam pela grama, entre altas palmeiras imperiais; podem nadar, subir pedras, dormir na furna — e brincam, se dão tapas amoráveis, rolam felizes...
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26 mar 1953
Tarde
Rubem Braga
Correio da Manhã
O céu é pesado, a tarde é morna, o bochorno é o vago, aéreo suor do mar. Lá está ele, quase pardo, atrás das árvores imóveis, resmungando abafado, como um velho leão dormindo a sesta na areia, o mar. Trabalho: meu corpo é oleoso; dentro...
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13 dez 1953
Santa Leopoldina
Rubem Braga
Correio da Manhã
São lindos esses rios capixabas, e a grande sabedoria é fazer como eu e meu povo de Cachoeiro de Itapemirim ou como essa gente da pequena e linda cidade de Cachoeiro de Santa Leopoldina: nascer e viver a infância no trecho em que o rio tem sua...
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19 ago 1953
A feira
Rubem Braga
Correio da Manhã
Passa gente vindo da feira. Agora temos uma feira aqui perto de casa. Para mim apenas movimenta a esquina, com tantas empregadas e donas de casa carregadas de sacos e cestas de frutas, verduras e legumes. Ao poeta Drummond, que mora mais além, a...
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nov 1952nov 1952
O mato
Rubem Braga
Correio da Manhã
Veio o vento frio, e depois do temporal noturno, e depois da lenta chuva que passou toda a manhã caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a cidade entardeceu em brumas. Então o homem esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a...
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3 set 1952
Momento
Rubem Braga
Correio da Manhã
Passei um dia áspero, nervoso – escrevi às pressas, revi matéria, fui à Câmara, fui ao banco, telefonei, andei de táxi, andei a pé, trabalhando, providenciando, discutindo com homens. E agora que volto para o escritório, antes de cumprir a...
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10 mai 1952
A terra
Rubem Braga
Correio da Manhã
Passei a página distraído, depois deixei de lado o jornal para ler outro, mas de toda aquela variedade de notícias de guerra, desastres, crimes e entrevistas com elementos destacados das classes conservadoras, o que me ficou na memória foi esse...
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3 mai 1952
Manhã
Rubem Braga
Correio da Manhã
“O governo é um corpo vivo e não um monumento de bronze sobre um pedestal”, disse o doutor Vargas. Em face do que desliguei o rádio e me entreguei à meditação, que só interrompi para ouvir o segundo tempo do jogo do Fluminense com os...
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21 fev 1952
Ventos
Rubem Braga
Correio da Manhã
Outro dia falei de árvores, hoje falarei de ruas e casas. A Paraíba fica no Brasil e sofre (nós o vimos no Pilar) essas duas desgraças nacionais que encontrareis, a partir de 1920, em toda cidade do interior deste longo país — a platibanda...
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18 jul 1952
O sol
Rubem Braga
Correio da Manhã
Amanheceu o mais claro sol no mais azul dos céus, o que, para um homem de bem que levanta cedo e abre sua janela, dá sempre uma impressão de festa, de maneira que meu amigo sentiu isso e disse de si para consigo, visto que no momento não...
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31 jan 1952
Floresta
Rubem Braga
Correio da Manhã
Esta povoação de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, hoje Curitiba, continua crescendo em força e beleza e se espraiando pelo seu planalto de 900 metros de altitude, onde fez, no último inverno, cinco graus abaixo de zero. Edifícios claros e...
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2 dez 1952
Domingo
Rubem Braga
Correio da Manhã
Zico, Domingo houve uma feijoada na casa do Simeão. Fazia calor, fazia calor e a gente comia feijão. Então Deus achou honesto que um grupo de brasileiros se juntasse num domingo, dia do Senhor, para comer feijoada na casa de um bom amigo. Sim,...
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21 jun 1952
Natureza
Rubem Braga
Correio da Manhã
Uma esquadrilha de aviões a jato passou assobiando, zunindo. Depois vieram aviões comuns, em formação, com seus motores roncando. Pareciam morosos como carros de boi. Os outros eram apenas alguns pontos negros no horizonte. Onde iriam com tanta...
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9 fev 1952
Exigências
Rubem Braga
Correio da Manhã
Mas não senhor, não exijo um palacete para morar, não penso sequer em uma casinha com um quintal onde coubessem ― suponhamos ― um mamoeiro e um cajueiro. O senhor que é corretor, que vive disso, de vender casas e terrenos, o senhor conhece...
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18 out 1952
A tarde
Rubem Braga
Correio da Manhã
Desde cedo soprara tão forte o noroeste com seu cheiro de mar, com seu ímpeto de espumas e de cavalos empinados, mas ele amainou antes do fim da tarde, e a tarde de repente ficou mansa. Tão mansa que as pessoas mais distraídas que iam pelas ruas...
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21 dez 1952
Noite
Rubem Braga
Correio da Manhã
A noite começou a se desenhar insensata, e eu tive tanta vontade de fazer uma letra de samba, falei com Bororó, falei com Antônio Maria, eles abanavam as grandes cabeças. Araci, minha madrinha, meu guia da noite, me refugou, disse que era...
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set 1952set 1952
Borboleta II
Rubem Braga
Correio da Manhã
Eu ontem parei a minha crônica no meio da história da borboleta que vinha pela rua Araújo Porto Alegre; parei no instante em que ela começava a navegar pelo oitão da Biblioteca Nacional.Oitão, uma bonita palavra. Usa-se muito no Recife; lá,...
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